"Gosto de sentir as palavras nas pontas dos dedos, manuseá-las, brincar com elas... É tão divertido que quase faz cosquinha!"
17 de abril de 2011
Guerra interna.
O sentimento, ao redor, era de vitória. Comemorações, parabenizações... fim da batalha. Eu havia - supostamente - vencido. Aliás, a festa era tanta, mas tanta, que parecia qeu a guerra inteira acabara. E quando acaba a guerra? Temos... PAZ.
Ah! Doce ilusão. Doce, meiga e aconchegante, até ser quebrada. É então que a alegria se esvai. Antes mesmo que desse tempo de me recuperar dos gigantes, apareceram os dragões para adiarem o final feliz do meu conto de fadas.
Olhando de fora, parece drama; afinal, 'o pior já passou', 'o objetivo foi alcançado'... olhando de fora. Porque, aqui dentro de mim, só existem mais e mais batalhas, e novos objetivos para serem traçados e alcançados... Isso sem falar nas dúvidas pelo caminho. MALDITAS! Quem as convidou pra festa? Eu não as quero aqui!
O problema é que elas já chegaram e se acomodaram, agora estão no melhor cômodo da minha existência, minha mente, cantando um coro: 'Qual a vantagem de alcançar um objetivo não muito concreto e vê-lo derreter por entre seus dedos?' Pois é, o sentimento que fica é de incapacidade e confusão. Em vez de me encontrar, me perdi mais do que nunca.
Perdida, sim. Perdida entre a selva de concreto, entre paredes e grades, afundando por entre pilhas de papel e poças de lama incontáveis, desaparecendo em meio a diversos tipos de fumaça e, acime de tudo, me escondendo atrás de cortinas e capuzes.
Está tudo errado, é isso. Tudo cinza e desmoronando. Terremotos, tsunamis, enchentes, ciclones... tudo aqui, ao meu redor.
O resultado? Derrota interna, a morte de mim, meu eu-lírico foi cremado pelo fogo dos dragões que eu não tenho forças para enfrentar, pois minha espada fora abandonada por mim ao declararem paz. E agora?
Quem deu esse direito aos outros? Decretarem a MINHA paz e me desarmarem, sendo que a guerra acaba de começar? Se não for eu, quem vai dizer o que é melhor pra mim? Dispenso a previsão!
Só me resta buscar minhas cinzas e juntá-las, na tentativa de me recuperar, ressurgir como uma fênix. Porque antes de tudo piora antes de dar certo, e antes que eu reconstrua minha fortaleza, muitas bombas explodirão por aqui. Porque é real: o que não mata, fortalece.
Foco, força e fé! Já dizia meu mestre Douglas Adams: NÃO ENTRE EM PÂNICO.
Ah! Doce ilusão. Doce, meiga e aconchegante, até ser quebrada. É então que a alegria se esvai. Antes mesmo que desse tempo de me recuperar dos gigantes, apareceram os dragões para adiarem o final feliz do meu conto de fadas.
Olhando de fora, parece drama; afinal, 'o pior já passou', 'o objetivo foi alcançado'... olhando de fora. Porque, aqui dentro de mim, só existem mais e mais batalhas, e novos objetivos para serem traçados e alcançados... Isso sem falar nas dúvidas pelo caminho. MALDITAS! Quem as convidou pra festa? Eu não as quero aqui!
O problema é que elas já chegaram e se acomodaram, agora estão no melhor cômodo da minha existência, minha mente, cantando um coro: 'Qual a vantagem de alcançar um objetivo não muito concreto e vê-lo derreter por entre seus dedos?' Pois é, o sentimento que fica é de incapacidade e confusão. Em vez de me encontrar, me perdi mais do que nunca.
Perdida, sim. Perdida entre a selva de concreto, entre paredes e grades, afundando por entre pilhas de papel e poças de lama incontáveis, desaparecendo em meio a diversos tipos de fumaça e, acime de tudo, me escondendo atrás de cortinas e capuzes.
Está tudo errado, é isso. Tudo cinza e desmoronando. Terremotos, tsunamis, enchentes, ciclones... tudo aqui, ao meu redor.
O resultado? Derrota interna, a morte de mim, meu eu-lírico foi cremado pelo fogo dos dragões que eu não tenho forças para enfrentar, pois minha espada fora abandonada por mim ao declararem paz. E agora?
Quem deu esse direito aos outros? Decretarem a MINHA paz e me desarmarem, sendo que a guerra acaba de começar? Se não for eu, quem vai dizer o que é melhor pra mim? Dispenso a previsão!
Só me resta buscar minhas cinzas e juntá-las, na tentativa de me recuperar, ressurgir como uma fênix. Porque antes de tudo piora antes de dar certo, e antes que eu reconstrua minha fortaleza, muitas bombas explodirão por aqui. Porque é real: o que não mata, fortalece.
Foco, força e fé! Já dizia meu mestre Douglas Adams: NÃO ENTRE EM PÂNICO.
9 de abril de 2011
Esse é só o começo do fim da nossa vida...
'...Deixa chegar o sonho...'
A vida é uma contagem regressiva, deixe que os sonhos cheguem até você, perder tempo buscando coisas incertas é desperdício de tempo que você podia estar usando pra ser feliz.
A vida é uma contagem regressiva, deixe que os sonhos cheguem até você, perder tempo buscando coisas incertas é desperdício de tempo que você podia estar usando pra ser feliz.
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