9 de outubro de 2011

Agora

O abraço que aquece, o sorriso que ilumina, o olhar que conquista. Cada traço completamente harmonioso com todos os outros, cada detalhe terminado com extrema perfeição. Nada fora do lugar.
As palavras certas, ditas nos momentos mais apropriados. Surpresas incrivelmente lindas, fofuras, pequenos atos… que causam uma alegria que, de tão grande, se torna imensurável.
Colo, cafuné, cócegas, conversas, ligações de ‘boa noite’ e beijos de ‘bom dia’.
Sentimentos ruins interrompidos e transformados nas melhores sensações. Risadas compatilhadas… e lágrimas. Lágrimas de alegria, de saudade, de medo que isso se perca.
Conforto, carinho, cuidados, mãos dadas, mensagens, elogios, brincadeiras, arrepios, músicas, filmes, cenas, fotos, flores e paz, muita paz.
Dias e noites juntos, que parecem passar num piscar de olhos e tantos outros longe que demoram uma eternidade pra irem embora. Ainda assim, a companhia é constante, a presença está aqui - embora o corpo nem sempre esteja.
Mais cores e mais perfumes no mundo. Mais passarinhos cantando, mais crianças brincando, mais luz, mais amigos, mais diversão, mais felicidade, mais vida.
E o coração brincando de escola de samba, num batuque intenso e rápido, mas com direito àquela paradinha - já de praxe - que, muitas vezes, é uma puta duma parada, nada de ‘inha’. Isso é quando um olhar e um sorriso, daqueles bem simples e puros, fazem o coração derreter e o corpo inteiro bambear.
É meio mágico e completamente incrível. É como um sonho, mas é a melhor das realidades.
E eu acho… que posso (e devo) chamar de amor. Ou felicidade.
Ou os dois, já que um traz o outro.